Psicólogo / Psicanalista Clínico ABMP Nº 04909-09
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O Afeto e a somática
Como a maioria dos homens se aproxima da mulher com uma profunda deficiência de autoestima, a tentação é usar a força, a dissimulação, o dinheiro e outras armas para impor suas necessidades...

  Todo ser humano precisa se sentir amado, vivenciar a intimidade do dia-a-dia, ser valorizado do jeito que é tratado com delicadeza. 

Como a maioria dos homens se aproxima da mulher com uma profunda deficiência de autoestima, a tentação é usar a força, a dissimulação, o dinheiro e outras armas para impor suas necessidades, em vez de se arriscar a ser tratado de igual para igual e rejeitado.

A mulher paga um alto preço por isso. É uma tragédia dupla. 

A industria da prostituição se apoia inteiramente no empobrecimento emocional do homem, de modo que muitos preferem comprar amor de mentira a lidar com a complexidade da vida real... 

 

Pense nisso...

 

(livro: Por que os homens são assim? autor: Steve Biddulph)

 

Como sabemos, a obra de Freud é a expressão de um pensamento in fieri, aonde os conceitos vão se organizando aos poucos, sendo continuamente questionados, negados e sucessivamente retomados, numa nova perspectiva. 

 

O conceito de angústia, na obra freudiana, segue esse itinerário. Num primeiro momento, encontramos uma série de textos em que Freud tenta definir a angústia como uma transformação da tensão sexual acumulada, que não consegue sua descarga por via psíquica.

 

Freud é enfático ao diferenciar o afeto enquanto um tipo de emoção — um fenômeno qualitativo situado na esfera do psíquico — da excitação enquanto um termo referente à energia que investe o psiquismo — um fenômeno quantitativo situado na esfera do somático.

 

 Essa concepção é defendida ao longo de toda sua obra (FREUD, 1893, 1895d, 1900, 1915, 1916). Contudo, é possível encontrar utilizações menos rígidas dessas duas definições, as quais apagam justamente a oposição fundamental entre a qualidade e a quantidade ou entre o psíquico e o somático (LAPLANCHE & PONTALIS, 1998, p.421). 

 

A explicação de Strachey (FREUD, 1894c, p.81-72) para essa aparente ambiguidade está na própria concepção freudiana sobre a natureza dos afetos. Como se sabe, Freud irá definir posteriormente o afeto a partir de duas ordens de manifestação: 1) processos de descarga motora; 2) processos sensitivos tanto da ordem da percepção dessas descargas quanto da ordem de sensações de prazer e desprazer (FREUD, 1915, p.204-205 e 1916, p.396). 

 

Ou seja, o afeto não seria estritamente psíquico, mas envolveria também uma descarga para o somático. Seria, portanto, mais claramente relacionado a uma expressão do fator quantitativo da excitação somática. Nesse sentido, a quota de afeto seria uma manifestação particular do fator mais geral da soma de excitação. 

 

Como Freud estaria mais interessado nessas manifestações particulares que ocorriam nos quadros neuróticos, descrevia a quantidade deslocável de excitação como uma quota de afeto, em vez de diferenciar melhor os níveis do problema. Esse hábito persiste mesmo nos artigos de metapsicologia, contribuindo para tornar o conceito freudiano menos claro. 

 

Trata-se de um momento inicial, em que o conceito de angústia é marcado por uma “descrição fenomenológica” e não por uma “exposição metapsicológica”. Neste momento Freud ainda está ligado a uma visão neurológica, preocupado em explicar como os fenômenos se dão do ponto de vista do funcionamento econômico do psiquismo.

 

Nossa análise com um texto de 1894, o Rascunho “E”. Neste texto, a neurose de angústia é relacionada à sexualidade e, em particular, ao coitus interruptus. Freud afirma que a origem da angústia não é psíquica e sim física. 

 

As neuroses atuais possuem em sua etiologia não um mecanismo psíquico, mas sim o emprego inadequado da energia sexual. A neurastenia seria originada pela inadequação da ação de descarga da tensão sexual, ou seja, na substituição da ação específica — a única que traz a satisfação plena da excitação — por formas alternativas como a masturbação e poluções. 

 

Nesse caso haveria uma descarga da excitação sexual, porém não satisfatória. Isso levaria a um aumento das descargas sem satisfação plena, o que acabaria esgotando o estoque energético do indivíduo. Freud reinterpretou a neurastenia nos termos de uma economia insatisfatória de energia sexual, antes considerada uma degeneração da condução nervosa. 

 

Mais interessante, contudo, é o quadro de neurose de angústia, termo cunhado por Freud para diferenciar um quadro sintomatológico que se confundia com a neurastenia e com a histeria de conversão, tendo como sintoma nuclear a expectativa ansiosa ou angústia flutuante. 

 

Tratava-se de uma quantidade acumulada de excitação, a qual originava irritabilidade, hipocondria, angústia moral, ataques de angústia ou mesmo uma angústia difusa, com vários sintomas somáticos associados, em especial a sensação de falta de ar. O intrigante nesses casos é que não havia nenhuma origem psíquica para a angústia, ou seja, a excitação não era desvinculada da representação por um processo defensivo, mas se tratava de uma excitação somática acumulada, de origem sexual. 

 

Além do mais, o quadro era acompanhado por uma redução da libido sexual ou do desejo psíquico, o que indicava que essa excitação somática não passava para a esfera do psiquismo. Isso levou à afirmação de que o mecanismo da neurose de angústia estaria relacionado com uma "deflexão da excitação sexual somática da esfera psíquica, com um conseqüente emprego anormal dessa excitação" (FREUD, 1894e, p.109, grifo do autor). 

 

Haveria um acúmulo da excitação sexual que não chegaria a ser descarregado e, o que é mais importante, não transporia o limite entre o somático e o psíquico. Seria, portanto, defletido da consciência e depois transformado em descarga somática na forma de ataques de angústia. 

 

A seguir, cita alguns exemplos por ele indagados onde a angústia se faz presente ligada à vida sexual: a angústia das pessoas virgens, das pessoas voluntariamente abstinentes, das pessoas obrigatoriamente abstinentes, das mulheres adeptas à prática do coitus interruptus, dos homens adeptos à mesma prática, dos homens que forçam o desejo, dos que sentem repulsa ou sofrem de neurastenia.

 

Todos estes casos têm em comum a acumulação física de excitação sexual, como consequência de ter sido evitada ou impedida a descarga (o coito). A angústia é, portanto uma "transformação" que surge a partir da tensão sexual acumulada. 

 

Freud relaciona a angústia à melancolia (depressão), que faz com que a pessoa não sinta necessidade da relação sexual. Para entender como a angústia ocorre, Freud examina as duas possíveis fontes da excitação, a exógena e a endógena.

 

No primeiro caso a excitação provém de fora e atinge diretamente a psique, que procura reduzir a quantidade de excitação, manejando-a através de uma reação adequada, "que reduza em igual quantidade a excitação psíquica". 

 

No caso da endógena, a fonte de excitação é interna (fome, sede, excitação sexual). Ela exige "reações específicas - reações que evitem novo surgimento de excitação nos órgãos terminais em questão".

 

A tensão endógena somente é percebida quando atinge determinado limiar, acima do qual passa a ter significação psíquica, e “entra em contato com determinados grupos de ideias".

 

O objetivo é a busca de uma descarga. "A tensão sexual física acima de certo nível desperta a libido psíquica, que então induz ao coito". 

 

Quando a reação específica deixa de se realizar, a tensão aumenta, tornando-se uma perturbação. A neurose de angústia é uma transformação desta perturbação.

 

"A tensão física, não sendo psiquicamente ligada é transformada em angústia", fazendo com que haja um alívio da tensão sexual. Conclui Freud: Nos casos em que há um considerável desenvolvimento da tensão sexual física, mas esta não pode ser convertida em afeto pela transformação psíquica — por causa do desenvolvimento insuficiente da sexualidade psíquica, ou por causa da tentativa de suprimi-la (defesa), ou por causa do declínio da mesma, ou por causa do alheamento habitual entre sexualidade física e psíquica —, a tensão sexual se transforma em angústia.

 

As causas podem ser variadas: desenvolvimento insuficiente da sexualidade psiquica, sua repressão, seu declinio, alheamento habitual. Em todos estes casos , a acumulação de tensão física e a evitação da descarga provocam um acumulo de tensão que se transforma em angustia, que é "a sensação de acumulação de um outro estimulo endógeno, o estimulo de respirar".

 

Seus sintomas são a falta de ar, palpitações (sensações presentes também no coito). Se na histeria a excitação psíquica acumulada toma o caminho errado, na angústia é a tensão física acumulada que não consegue entrar no âmbito psíquico e, portanto permanece no plano físico. 

 

São evidentes os paralelos deste texto com algumas teses que Freud desenvolverá sucessivamente e que inicialmente encontramos esboçadas no Projeto para uma psicologia científica (1895).

 

Portanto, o mecanismo de neurose de angústia deve ser buscado "numa deflexão da excitação sexual somática da esfera psíquica e no consequente emprego anormal desta excitação". A seguir, Freud tenta descrever como esta acumulação de excitação acontece no plano somático.

 

Uma pressão nas paredes das vesículas seminais, ao atingir um certo limiar, consegue vencer a resistência que lhe impede de atingir o córtex cerebral e expressar-se como um estímulo psíquico, ativando as representações sexuais presentes na psique e provocando a tensão libidinal, que se traduz numa ânsia de eliminar a tensão. 

 

A descarga psíquica exigida é uma ação específica e adequada (que Freud identifica com a realização do coito), que, ao libertar as terminações nervosas da carga de pressão exercida sobre elas, permite ao condutor subcortical estabelecer novamente sua resistência (nas mulheres o processo seria basicamente similar, embora Freud tenha dificuldades em explicar como isto acontece em detalhe).

 

Freud estabelece um paralelo entre neurastenia e angústia. "A neurastenia surge sempre que a descarga adequada (a ação adequada) e substituída por uma menos adequada", como por exemplo na masturbação substituindo o coito. 

 

Já a neurose de angústia é produto de todos os fatores que impedem a excitação sexual somática de ser psiquicamente elaborada, pois ela é subcorticalmente despendida em reações totalmente inadequadas, sem que consiga ativar representações psíquicas adequadas. Mais uma vez, Freud aponta alguns fatores etiológicos da angústia.

 

1. Abstinência intencional: a excitação somática se acumula e é voluntariamente desviada para outros canais;

 

2. Excitação não consumada;

 

3. Coitus reservatus: em consequência desta deflexão psíquica a libido desaparece gradualmente;

 

4. Senectude (aumento tão grande na produção de excitação que a psique não consegue manejá-lo);

 

5. Angústia virginal: a excitação sexual não consegue se ligar pois as representações sexuais não estão suficientemente elaboradas;

 

6. Ejaculação precoce e coito interrompido: o desejo libidinal do ato insatisfatório tende a desaparecer;

 

7. Masturbação: gera neurastenia e tende a um estado de abstinência.

 

8. Estresse: a psique, graças a uma deflexão, parece não conseguir mais manejar a excitação somática: não apresenta etiologia sexual, mas sim um mecanismo sexual.

 

Em todos estes casos, o sintoma da neurose substitui "a ação específica omitida posteriormente à excitação sexual, por isso na angústia aparecem sintomas que de alguma forma lembram o coito (falta de ar, aceleração dos batimentos, etc.).

 

Finalmente, Freud faz neste texto uma distinção entre afeto e neurose de angústia. O afeto de angústia é provocado pela incapacidade da psique lidar com um estímulo ameaçador vindo de fora (perigo). Já a neurose de angústia é uma resposta a um estímulo interno com o qual não consegue lidar (o afeto passa, a neurose é crônica).

 

No capítulo Relação com as outras neuroses (que também faz parte do texto, “Sobre os fundamentos para destacar da neurastenia uma síndrome específica denominada neurose de angústia”), Freud tenta estabelecer um paralelo entre a neurose de angústia e as outras neuroses, observando que os sintomas de angústia costumam ocorrer juntamente com a neurastenia, a histeria, as obsessões e a melancolia. Um dos fatores parece desencadear os outros. 

 

A neurose de angústia teria em comum com a neurastenia o fato da fonte de excitação residir no campo somático e não no psíquico, porém a angústia é devida a um acúmulo de excitação, enquanto a neurastenia é devida a um empobrecimento da excitação.

 

Em relação à histeria, há, em ambos os casos, um acúmulo de excitação, assim como uma insuficiência psíquica que provoca processos anormais e um desvio da mesma para o campo somático. A diferença é que, na angústia, a excitação é puramente somática, na histeria, é psíquica (provocada por um conflito). As duas, observa Freud, costumam combinar com regularidade.

 

Na Carta n. 75 a Fliess (1897), Freud introduz um elemento importante para a compreensão da angústia: o recalque. Enquanto os textos anteriores se concentram sobre a questão econômica, este texto introduz uma perspectiva dinâmica. 

 

No adulto, regiões como a boca e o ânus, que na infância causavam prazer, causam nojo. Se o prazer persiste, temos uma perversão. Na infância, a liberação da sexualidade não é tão localizada, ela ocorre de forma difusa, podendo interessar qualquer parte do corpo. Num estágio de desenvolvimento mais avançado, na fase adulta, a liberação da sexualidade ocorre mediante:

 

1. Estímulos periféricos sobre os órgãos sexuais;

 

2. Estímulos internos, que surgem dessas regiões;

 

3. Ideias (traços de memória de uma excitação dos órgãos sexuais que ocorreu na infância).Tal excitação é postergada, pois remete a uma estimulação que ocorreu inicialmente na infância, tornando-se mais intensa daquela inicial. Isto pode ocorrer também conectando lembranças de excitações ligadas a zonas sexuais abandonadas (boca, ânus).

 

Neste caso, contudo, o resultado não é a liberação da libido, mas uma sensação de desprazer, semelhante à repugnância. Isto é o recalcamento. Algo que livre poderia levar à angústia, ou ligado à rejeição (estado afetivo ligado a processos intelectuais tais como moralidade e vergonha) provoca o recalcamento normal. 

 

No caso das neuroses, Freud observa que, na infância, as experiências sexuais que afetam os genitais, nos homens, nunca provocam neurose, apenas compulsão masturbatória.

 

Quando porém as experiências infantis remontam à excitação ligada à boca e ao ânus, o despertar da libido pode levar ao surgimento do recalque e da neurose. Desta forma, a libido "não consegue (...) passar à ação ou à tradução em termos psíquicos, mas é obrigada a deslocar-se numa direção regressiva (como acontece nos sonhos)". Portanto, o que favorece o recalque e o surgimento do sintoma é a repugnância.

 

Ao produzir-se o sintoma, não se produzem ideias orientadas para um objetivo (objeto). É importante a conclusão à qual Freud chega, pois, a partir deste momento, passa a diferenciar os fatores que causam a libido e aqueles que causam a angústia, introduzindo o conceito de recalque, embora admita a dificuldade de esclarecer o que transforma a necessidade em repugnância.

 

Há uma relação entre a angústia inscrita no corpo e a inscrita no psiquismo que não pode ser entendida nos termos de uma disjunção em que a uma precede a outra. É importante frisar que mesmo que se postule, em termos teóricos, uma precedência genética da primeira sobre a segunda, elas aparecem em conjunto nos quadros nosográficos e compartilham ambas de um simbolismo erógeno. 

 

Porém, não basta postular a relação complementar entre esses dois aspectos da angústia, mas também esclarecer o caráter dessa "dialética". O argumento aqui desenvolvido mostra que as duas faces da primeira teoria da angústia compartilham tanto do mecanismo automático de transformação da excitação quanto de mecanismos psíquicos de desligamento energético da representação. A diferença, portanto, é no nível de operação do mecanismo e não na sua essência.

 

Conclui-se que a consideração dos textos freudianos dos anos 1890 revela alguns pontos interessantes para a compreensão do desenvolvimento da teoria da angústia e sua relação com o paradigma representacional na metapsicologia freudiana. Trata-se de textos pioneiros e, como tais, recheados de hipóteses organizadoras que operarão por longo tempo nos bastidores da teorização freudiana. 

 

O mesmo pioneirismo que indica as primeiras direções também é responsável pelo evidenciamento dos primeiros impasses ao desenvolvimento teórico, criando uma série de trilhas mais ou menos consistentes que serão retraçadas de diferentes formas nos vários momentos do pensamento freudiano.

 

De forma esquemática, podemos demarcar o campo de afirmações e impasses que emerge desse momento 

teórico a partir dos seguintes parâmetros:

 

1. A afirmação da teoria energético-representacional como fundamento axiológico do esforço freudiano de teorização;

 

2. A revelação de impasses quanto ao modelo físico que a sustenta, bem como à capacidade de ela dar conta das relações entre a esfera somática e a psíquica;

 

3. A emergência de quadros psicopatológicos e afetos que testam os limites dessa teoria, fazendo com que a melancolia e a neurose de angústia fiquem como problemáticas latentes na primeira tópica;

 

4. A síntese dessa problemática na configuração de um modelo de angústia enquanto inscrição corporal e impossibilidade de elaboração psíquica da excitação, o qual se revela um contraponto à noção de representação psíquica.

 

Uma visão retrospectiva da obra freudiana revelará que esses caminhos de investigação serão contemplados em diferentes momentos da metapsicologia. Tem-se que a elucidação da natureza energética será abordada em primeiro lugar, quer seja no desenvolvimento de um modelo neuronal de aparelho psíquico, quer seja propriamente na elaboração do conceito de pulsão. 

 

As interfaces entre o psíquico e o somático, em especial a idéia de uma impossibilidade de elaboração psíquica, ficarão latentes por mais tempo, aguardando uma reestruturação mais profunda da trama conceitual freudiana. Nesse sentido, a primeira tópica freudiana abordará, fundamentalmente, a dimensão representacional do fator energético, deixando a dimensão pré-representacional que emerge no mecanismo da neurose de angústia por muito tempo fora do campo da teorização metapsicológica.

 

O resgate e crítica da concepção freudiana de neurose de angústia contribuem para a compreensão da teorização sobre a metapsicologia da angústia, além de servir de elemento para as discussões contemporâneas sobre a angústia que escapa à elaboração psíquica refugiando-se no corpo, como nos quadros psicossomáticos, bem como as variáveis de angustia do papel masculino e feminino em sua sexualidade e as transformações nos tempos atuais. 

 

Trazendo assim o processo do ré-pensar os papeis e os desejos em uma sociedade, o engessamento cultural e a "dualidade entre o que é permitido em sociedade e o que cabe nas sombras da mesma".   Esses desdobramentos, assim como uma análise geral da teoria da angústia, traz a capacidade de uma reflexão teórica e contemporânea de algumas mudanças na aurora dos dias atuais.... Espera-se que a análise do primeiro tempo da angústia em Freud possa contribuir para futuras investigações teóricas e clínicas.

 

 

Ronaldo de Mattos - Psicanalista 

 

Referencias:

 
 
BETELHEIM, B.  - Freud e a Alma Humana. 

BRENNER, C. - Noções básicas de psicanálise. Imago editora. São Paulo.

FENICHEL, O. - Teoria Psicanalítica das Neuroses. Ed. Atheneu. 2004

FREUD, S. – Obras completas de Freud. Imago editora. 1997

KAUFMANN, P. – Dicionário enciclopédico – O legado de Freud e Lacan. Jorge Zahar. Rio de Janeiro. 1996.

LAPLANCHE, J. e PONTALIS. – Vocubulário de Psicanálise. São Paulo. 1983.

MEYER, A. e colaboradores – DSM. IV . Manual de Doenças Mentais. ARTMED. Porto alegre. 2004.

NASIO, J. A histeria. Ed. Zahar. Rio de janeiro .1991.

_______  Como trabalha um psicanalista. Ed. Zahar. 1999.


ZIMERMAN, D. – Fundamentos Psicanalíticos. Artmed. Porto Alegre.1999. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

em 04/07/2012

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