Psicólogo / Psicanalista Clínico ABMP Nº 04909-09
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Mito do Elefante Branco
O problema não é este, é ter uma sociedade cheia de diplomados ignorantes e soberbos, pensando que conquistam o mundo.

Pulsar da arte de esconder elefante e Receita de elefante.

Resumo: Às criticas.
(Vladimir Safatle, professor de filosofia da USP e encarregado no colégio Internacional de filosofia em Paris).

Durante anos a educação foi vendida como prova máxima da eficiência gerencial tucana, motivo de prêmios internacionais, grandes projetos de reforma e loas da imprensa nacional. Sim, todos dizem que o país esta enfim dando grandes passos na modernização de seu sistema educacional. A imagem foi criada e não havia dado capaz de indicar o contrario. Quando no decorrer destes oito anos, alguns dados negativos saiam aqui ou ali, quando descobríamos, por exemplo, que a qualidade educacional continuava na mesma e que os alunos brasileiros continuavam sabendo menos matemática e ciências que os alunos da Letônia e do México (ultimo resultado do Pisa – Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o governo logo se levanta para questionar a metodologia e anular o debate. Isso quando simplesmente dizia que era isso mesmo, mas que oito anos eram muito pouco para a grande revolução prometida.
Diga-se de passagem, só para contextualizar melhor a questão do tempo necessário, a historia da Republica não conhece nenhum ministro da educação, à parte Gustavo Capanema, que tinha ficado tanto tempo no cargo quanto o ultimo.
A herança é maldita, seus resultados são pobres e urge que a sociedade civil tome consciência disso para discutir o que ainda é possível ser feito.
- Universidade: Segunda prateleira à direita.
O que dizer do resultado final dos três grandes níveis da educação nacional: o universitário, o médio e o fundamental?
Sobre as universidades, tudo o que se pode dizer é: “Universidades? Ah, então, o senhor vai a segunda prateleira à direita e depois passa no caixa. Fique tranqüilo, pois aceitamos pré-datados”.
Duas Universidades privadas que tem ensino de péssima qualidade, tanto é assim que a UNIP tem a honra de ver 51,6% de seus cursos avaliados com nota C (que significa “mantenha distancia, quatro anos da sua vida perdidos”), enquanto a Estácio de Sá ganha esta difícil disputa, com 60% de cursos premiados com um grande C na entrada.
Além dessas duas pérolas, mais 14 instituições privadas aparecem no rang das 20 maiores, incluído um “centro universitário” de trocadilho infame: a univerCidades.
Não se trata aqui de simplesmente criticar as universidades privadas de excelente qualidade e com grande investimento em pesquisa (PUC, FGV, ESPM, opor exemplo). A questão é outra; trata-se de perguntar: a quem beneficia esta expansão indiscriminada de instituições privadas de Ensino Superior?
Com certeza, não ao país.
No entanto, alguém poderia dizer; mas o governo anterior criou mecanismos de avaliação, como o provão, além do que, ele sustentou instituições de financiamento a pesquisa, como a Capes. Sobre a Capes, o que pode ser dito é que estamos diante de um desses órgãos do governo federal que sobrevive bravamente a todas as intempéries da vida nacional. Mesmo na ditadura militar e na era Collor, a Capes continuava subsidiando a pesquisa brasileira.
O mesmo não pode dizer do CNPO, que foi praticamente liquidado na era tucana.  Sobre o provão, vale a pena lembrar como ele foi insuficiente para garantir um mínimo de qualidade no ensino público Superior.
Tanto que chegamos na situação em que estamos: 20% da pesquisa nacional continuam sendo realizados pela USP, os “centros universitários”, que tem autonomia para abrir cursos sem investimento algum em pesquisa, proliferam como vírus (só o DF viu, nos últimos anos, mais 42 instituições de Ensino Superior) e, depois do fim do vestibular e do aparecimento do “processo seletivo”, vemos casos de analfabetos (isso não é uma metáfora) serem aceitos em cursos de jornalismo, Inclusive, são essas instituições que formarão futuros professores do ensino médio e fundamental, alimentando um circulo vicioso de uma formação que afeta, principalmente, a educação pública.
Para fechar o quadro não esqueçamos da herança deixada no Ensino Público Superior. O descaso foi tamanho que, no ano passado, as universidades públicas contavam com um déficit de 7 mil professores para funcionar normalmente. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que em 1991 era a segunda maior universidade do país, encolheu 10%. Cursos foram fechados por falta de professores e várias universidades entraram em um processo de obsolescência. Enquanto isto, a “grande reforma” na educação continuava.

Ensino Fundamental: A grande Ilusão.

Sabemos bem, por exemplo, o que está por trás da diminuição da repetência e da evasão. Nós últimos anos, o governo federal implementou gradativamente uma política de progressão continuada, nas escolas públicas.Trata-se de um eufemismo para “aprovação automática”, que só serve para maquiar problemas e inflar números de excelência. Os professores simplesmente não podem mais reprovar um aluno que na pior das hipóteses, vai para uma turma de “aceleração”. Dessa forma, alunos são aprovados a série seguinte sob o pretexto paternalista vulgar de que a reprovação causa danos psíquicos, como perda de auto-estima etc. Um psicologismo do mais baixo calão. O resultado é a constatação assustadora de que é possível encontrarmos alunos na 8ª série incapazes de saber, por exemplo, que pré-história vem antes da história contemporânea. Mais ainda, podemos encontrar alunos que são simplesmente incapazes de ler um texto de seis parágrafos e compreendê-lo.
Nesse contexto, da para entender o número espantoso de analfabetismo funcional que encontramos atualmente, e porque 35% dos analfabetos passaram pela escola.
Esse problema é brasileiro. Vários paises, que também participam das mesmas situações sociais da contemporaneidade, continuaram com uma exigência real de qualidade no ensino público e não chegaram no ponto em que estamos hoje. Mas, para resolvermos isso tudo, será preciso encarar o elefante.

-Há Defesa. (Rejane Xavier, doutora em filosofia pela USP, participou da equipe de redação do programa de governo de FHC).

Constata, por exemplo, que o ensino superior privado expandiu-se à taxa superiores ás do ensino público, o que é verdade. A vocação do ensino superior federal não é ser o único ou o principal responsável pela oferta da formação superior básica. Mesmo assim, o crescimento do ensino superior público foi cerca de três vezes maior, em sete anos do governo FHC, do que nos 14 anos anteriores: 33% de aumento no número de alunos, e 38% no de concluintes.
Em 2002, o total dessas funções docentes não ultrapassava 70 mil, representando menos de 8% do total. No conjunto de todo o ensino básico, a proporção de professores com cursos superiores passaram de 44% para 57%. No mesmo período no ensino médio essa proporção elevou-se de 82% para 89%, apesar da enorme expansão oferta. Serão desprezíveis os números que comprovam o aumento da qualificação dos professores de nosso sistema de ensino superior?
Em 1994, os professores doutores representavam apenas 15% do corpo docente das instituições de Ensino Superior (IES), e mesmo no sistema federal não alcançavam mais do que 21%. Em 2000, seis anos depois, essa proporção era de 22% e 37%, respectivamente. Nas Universidades Federais, em 2000, a porcentagem de docentes com mestrado ou doutorado chagava a 67%. Se o governo cuida da qualificação do ensino superior público, e garante um patamar mínimo de qualidade, no ensino privado, assegurado por um sistema de avaliação do qual o Provão é apenas um dos elementos; lamentar a ampliação da oferta, no mais é, data vênia, do que saudosismo elitista.
“O que precisamos é de conhecimento e pesquisa”, proclama o mestre. Certo, mas por que omite, então, os dados sobre o desempenho brasileiro nessas áreas, no período? É na pós-graduação que as instituições públicas mais se distinguem. São elas que praticamente sustentam a qualificação de alto nível no país, incluindo a formação de mestres e doutores para o ensino superior privado. Dos cem mil alunos de mestrado e doutorado, 83% estão no sistema público de ensino superior, e as universidades federais passaram, nesse período, a responder por mais da metade da pós-graduação no país.
De fato, entre 1994 e 2001, a expansão das matriculas no ensino fundamental foi de 11%, enquanto os concluintes desse segmento do ensino cresceram 67%. Praticamente a totalidade (97%) das crianças de 7 a 14 anos foi incluída na escola. Num país de históricas e persistentes desigualdades regionais e sociais, que marcaram, além disso, um forte viés racial, ás vitórias obtidas no campo da universalização do ensino fundamental não podem ser minimizadas.
No ensino médio, o numero de alunos cresceu 70% e o de concluintes mais do que dobrou no mesmo período.
Vamos então direto aos pontos que provocam tanto desconforto em todos nós, e que o professor transforma nos principais ingredientes de seu elefante. Temos sim taxas de analfabetismos, funcionais ou não; o desempenho dos nossos estudantes no programa internacional de avaliação de alunos-Pisa 2000- foi fraco.
O Pisa é um programa que avalia o desempenho de estudantes de 15 anos em diferentes países, independentemente da série em que estão, ou do número de anos em que estiveram na escola. Ora, a maioria dos estudantes quinze anos no Brasil não freqüentou a pré-escola, e uma grande parcela está cursando séries inferiores á correspondente a sua idade. A diferença de desempenho se comprova facilmente ao desagregar os resultados do Pisa, distinguindo entre os jovens que apresentavam ou não defasagem idade /série.
Convenhamos não é justo exigir das nossas crianças o mesmo desempenho das européias, quando um dos fatores reconhecidos universalmente como mais relevantes para o sucesso escolar é o nível de escolarização dos pais. Enquanto lá, a qualidade da educação vem sendo aprimorada estendida há muitas gerações, aqui a maioria dos estudantes já foi além dos próprios pais: pesquisa realizada entre 430 mil concluintes do ensino médio, em novembro de 1997, mostrou que 77% dos estudantes estavam conquistando uma escolaridade maior que a de seus pais.
Diante desse quadro difícil e complexo, a sugestão que parece emanar do discurso indignado do professor é que se deveria abolir o “psicologismo de baixo calão”, que introduziu a progressão continuada, restabelecendo os caminhos tradicionais da repetência e da exclusão (de muitos) como garantia da qualidade da educação (para poucos). Ou talvez a introdução ex machina da filosofia e da sociologia no ensino médio, pudesse remediar todos esses males.

Analise critica dos textos: “Pulsar da arte de esconder Elefante e Receita de Elefante”.


O artigo publicado pelo jornal Correio Brasiliense datado 05/07/03, onde o autor, Vladimir Safatle nos apresenta uma fábula para dirimir certos feitos do governo anterior (FHC), nos trás um alarmante contexto histórico do Brasil.
Por outro lado, o artigo publicado pelo mesmo jornal, datado de 19/07/03 pela autora Rejane Freitas Xavier, faz uma defesa veemente em relação aos projetos desenvolvidos por ela no governo anterior.
Em ambos os casos ficam a visão panorâmica do Brasil; em sua fábula o professor Vlademir faz menção a um Elefante no poder executivo em relação á educação.
Não se pode negar, em todos os governos que até o presente, já passaram no Planalto não tenha “maquiado” as suas obras de “evolução”. Mas as questões que envolvem o governo anterior, na visão do professor, são questões gravíssimas. Por se tratar de um homem que foi exilado, se especializou em outros paises e por fim quando regressou ao seu país; esperava-se mais; em virtude de levantar apontando em seus cinco dedos o rumo que teríamos de tomar.
Passados oito anos de governo, onde o professor menciona que ás informações reais sobre o desenvolvimento da educação no Brasil não eram passadas com clareza, e só ao termino do governo é que se pode vê o que é real.
Outro ponto, em relação há este assunto, é o que nos faz pensar demoradamente é o fato da “imaginação coletiva” ou melhor, um “estado de alucinação dos sentidos” da sociedade brasileira.
Mas a partir de um certo momento não dava mais para esconder o elefante. Restou então dividi-lo. Assim nos últimos meses, temos assistido á situação mórbida que consiste em ver a empresa divulgando todas as semanas, mais um dado problemático sobre a educação sem nunca juntar os pontos e determinar suas causas. A herança é maldita, seus resultados são pobres e há um alarido de urgência para que a sociedade civil saia deste transe e tome consciência disso para discutir o que ainda é possível ser feito.
Em meio a este caos, vemos a situação de nossas universidades brasileiras, de um lado se afundado (públicas), sem recurso e mergulhadas em dividas, sem a esperança de ver a luz brilhar no meio das trevas.
Do outro, vemos um mercado crescente e desenvolvimentista, alarga os seus braços fortes e machar sem descanso em busca de uma clientela pálida, sem um ramo genuíno do que realmente é o significado de ser um “universitário”.
O mercado que vemos, faz-nos lembra de fast food, é só chegar e escolher uma comida rápida e que nos traga algum conhecimento em alguma área sem ser “especifica”.
Em uma entrevista há poucos meses, na TV Nacional, no programa Conexão Roberto Dvila, o ministro Cristóvão Buarque dizia que não encontrava tempo de fazer contato com os outros ministros, devido a sua agenda está sempre lotada, e na sua maioria do tempo com reitores de universidades particulares querendo algo.
O professor faz menção há duas universidades privadas, a primeira se trata da UNIP, com 51,6% de seus cursos avaliados com nota C; e a segunda, Estácio de Sá, com 60% de seus cursos com a nota C de avaliação do Mec.
Mas em seu artigo, ele deixa claro que não é uma perseguição em relação ás universidades privadas, e cita três grandes universidades que tem a excelência de investir em pesquisa e assim com conotação de qualidade (PUC, FGV, ESPM).
A preocupação que nos apresenta o professor é a que há senhora do nosso cômodo modo de vida. Há pergunta é: “A quem beneficia está expansão indiscriminada de instituições privadas de ensino superior?”.
Torna-se alarmante, quando o “mercado” em um critério (sem bem sabermos qual é), admite em seus quadros de alunos, pessoas analfabetas e outros casos que vemos dia-a-dia aparecer na mídia.
Uma preocupação que toma a mente de todos que são realmente apaixonados pelo saber é:
Sem investimento algum em pesquisa os nossos universitários serão uma sociedade fraca e soberba, alimentando um circulo vicioso de má formação que afeta, principalmente, a educação pública, são estas instituições que formarão futuros professores do ensino médio e fundamental.
Para fechar o quadro, a herança deixada no ensino público superior é de profundo descaso, no ano passado, ás universidades públicas contavam com um déficit de 7 mil professores para funcionar normalmente. A universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que em 1991 era a segunda maior universidade do país, encolheu 10%. Cursos foram fechados por falta de professores e várias universidades entraram em um processo de obsolescência.
E o que dizer do ensino fundamental?
Poderia dizer, que há a tendência ilusória em relação diminuição de repetência e da evasão escolar. Porque se não, vejamos, o governo federal implementou gradativamente uma política de progressão continuada nas escolas públicas “que só serve para maquiar problemas e inflar números de excelência“.Não se pode mais reprovar um aluno, que na pior das hipóteses, vai para uma turma de “aceleração”. Trata-se de usar umas primícias, para justificar uma malandragem, em relação à psicologia comportamental.
Diante de um quadro onde vemos alunos não conseguirem ler um texto com seis parágrafos e compreendê-lo faz com que qualquer um com boa consciência busque levar este tipo de aluno a uma real visão de estudo contemplativa.
Em uma repetência como estava, diminuía a estima do aluno em relação ao descaso do professor, em ver de maneira real á psíco-sociedade que este tipo de aluno esta inserida.
Mas, uma repetência onde há professores dedicados, conscientes e maduros entendem que mesmo no desinteresse do aluno, há um interesse; este tipo de repetência trás vida oxigena o ser do homem interior e real satisfação em produzir.
Em síntese, gostaria de levar o pensamento há uma área que deixa certa preocupação em relação á tudo que foi abordado até aqui; é o fato de vermos em meio a isto tudo, um quadro especifico na sociedade de Brasília, professores em greve por meses buscando aumento de salário, equiparação salarial, sem    muitas vezes se importar com a problemática do calendário anual.
Não se vê, professores em nenhuma escala de ensino no Brasil, seja universidades, ensino médio e fundamental fazerem greve por uma paixão e legado de justiça de melhor ensino brasileiro.
Deixa um pensamento no ar, que “cada um por si, e Deus por todos”.
Em seu ponto de vista, vemos a professora Rejane Freitas Xavier fazer uma defesa em relação ao governo anterior.
A professora em sua defesa menciona que a vocação do ensino superior federal não é ser o único ou o principal responsável pela oferta da formação superior básica. Assim mesmo, o crescimento do ensino superior público, foi cerca de três vezes maior, em sete anos do governo FHC, do que nos 14 anos anteriores: 33% de aumento no mínimo de alunos, 38% no de concluintes.
Bem, esta argumentação defensiva pode nos levar a pensar em relação á critica apontada. Mas justificar o que foi feito com o passado, é não olhar para o futuro e planejar o presente.
Os feitos do governo, talvez foram grandes, talvez alcançaram muitos, mas estes feitos são equipados aos demais governos do passado. Em suas épocas, também foram grandes e tiveram sua divulgação aqui e no exterior; mas a falta de planejamento no presente nos faz ver um quadro de feitos isolados que sempre serão repetidos e comparados com o passado, por não haver um futuro.
Em outro momento a professora nos dá um balanço em relação ao aumento da qualificação dos professores de nosso sistema de ensino superior; em 1994 dos professores doutores, representavam apenas 15% do corpo docente das instituições de Ensino Superior (IES), e mesmo no sistema federal não alcançavam mais do que 21%. Em 2000, seis anos depois esta proporção era 22% e 37%, respectivamente.
Nas universidades federais em 2000, a porcentagem de docentes com mestrado ou doutorado chegava a 67%. Se o governo cuida da qualificação do ensino superior público e garante um patamar mínimo de qualidade no ensino privado - lamentar a ampliação da oferta nada mais é, data vênia, do que saudosismo elitista.
Há relação dos números nos apresenta certo crescimento em algumas áreas, mas ao sistema de avaliação falta alguma peça para encaixar o quebra cabeça, que são: Não somente avaliar o aluno da instituição, mas avaliar os professores da mesma e etc.
Em relação ao saudosismo elitista que a professora argumenta, mostra-nos uma conotação do desvio do assunto. O problema não é este, é ter uma sociedade cheia de diplomados ignorantes e soberbos, pensando que conquistam o mundo. Não é saudosismo querer exigir cada vez mais qualidade e maior profundidade em relação à educação, pelo contrário, é uma obrigação de todos,
Em relação à produção cientifica e tecnológica ter evoluído, em números de trabalhos científicos publicados pelos nossos pesquisadores nas melhores revistas internacionais cresceu 98% entre 1994 e 2000.
Seria ingenuidade de nossa parte, pensar que uma pesquisa desenvolvida com fidelidade ao trabalho, se gasta no mínimo oito anos de árduo trabalho.
A professora menciona a avaliação do Pisa 2000, com meio injusto de avaliar os alunos do ensino médio e fundamental, sem relação sócio-cultural da família brasileira e as demais sociedades européias.
Gostaria que se tivesse outro tipo de avaliação mais rígida e exigida, para que possa haver a real qualificação dos nossos alunos e sentirmos desafiados a mudar este quadro.
È verdade que a professora de mostrou uma certa ironia em defesa, e também pouca base para se defender, mas é necessário entendermos que até aqui o Brasil desenvolveu sua educação nos seus três graus de instrução com certas atitudes imediatas e que precisamos de uma avaliação sincera e real da nossa sociedade brasileira.

RONALDO DE MATTOS - PSICANALISTA CLÍNICO

em 20/11/2009

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