Psicólogo / Psicanalista Clínico ABMP Nº 04909-09
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O Simbolismo do eu e o mundo
A maioria dos psicanalistas, cada um de seu ângulo, estuda questões de natureza simbólica da mente humana. Freud deu enorme importância ao símbolo...

Se existe uma área à qual todos os psicanalistas conferem enorme importância é a utilização de símbolos pelo ser humano. Muitos se dedicam até mesmo a estudar a formação da capacidade simbólica.

Dispor de uma função simbólica é a marca individual de desenvolvimento que ratifica a pertinência do sujeito.

A maioria dos psicanalistas, cada um de seu ângulo, estuda questões de natureza simbólica da mente humana. Freud deu enorme importância ao símbolo, desde sempre interessado no significado simbólico das comunicações. 

A pesquisa sobre o simbolismo inconsciente dos sintomas histéricos dá inicio a seu percurso clinico psicanalítico, com a publicação de A interpretação dos sonhos, em 1900, tida como a obra fundante da psicanálise e na qual a questão do simbolismo assume relevância sem-par.

O símbolo, em sua obra, caracteriza-se como uma expressão cujo propósito é ocultar uma idéia inconsciente censurada. Representaria algo que foi reprimido da consciência, fenômeno que da inicio ao processo de simbolização.

Por exemplo, uma idéia do pênis é captada pelo inconsciente, mas repudiada, dando origem à possibilidade de ser representada no consciente como um avião.
Por outro ângulo, o símbolo inscreve o homem na cultura, a partir da linguagem. Para a lingüística, por exemplo, toda palavra é um símbolo.

Psicólogos e Psicanalistas concordam que a simbolização é a chave dos processos mentais construtivos; os símbolos tornam humano o humano. A rigor é a utilização que o homem pode fazer deles que inscreve na cultura. 

Um símbolo é uma representação do objeto que guarda relação direta e intima com a coisa representada. Ele não é vazio de significado, já que pode haver um rudimento de vinculo natural entre significante e significado.

Por esse vinculo essencial, ele vem a ser um testemunho – fixado por uma figura perceptível pelos sentidos – de uma experiência originaria de uma fusão, um fundamento.

É mais compreensível convencionar-se como símbolo do direito uma balança do que um avião. A simbologia psíquica e inconsciente, não-convencionada ou sancionada por agências externas, apresenta, porém, uma lógica interior de outra natureza.

Ronaldo de Mattos – Psicanalista Clinico

em 23/11/2011

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