Psicólogo / Psicanalista Clínico ABMP Nº 04909-09
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Por que o homem do século vinte e um é tão triste?
As pessoas estão insatisfeitas com o que são ou como estão... Querem se livrar de fobias, manias obsessivas, conseguir dormir direito, ter forças para sair da cama pela manhã...

Quem sou eu?
Sei que sou muitos. Quem me ensinou isso foi um Demônio velho, o mesmo que ensinou psicologia a Jesus. Quando Jesus lhe perguntou ‘Qual é o teu nome?’, ele respondeu, numa mistura de verdade e gozação: ‘Meu nome é Legião porque somos muitos’. Coisa maluca: o ‘eu’, singular na gramática, é plural na psicologia. Eu sou muitos. Tem-se a impressão de que se trata da mesma pessoa porque o corpo é o mesmo. De fato o corpo é um. Mas os ‘eus’ que moram nele são muitos.
Rubem Alves

Interessante este comentário de Rubem Alves, o ser humano em sua singularidade vezes por outra se apresenta em momento de pensar estar louco por ser inundado por vários pensamentos e atitudes.
A pergunta é: Porque em muitos momentos estamos felizes e procuramos a intriga? Por que estamos amando e procuramos a traição? Estas e outras perguntas fazem que o sujeito no seu particular questione o que esta acontecendo de fato com ele...
Por que o homem do século vinte e um é tão triste? Por que alguém pode sentir–se ma! em um bom ambiente, em uma tarde normal de quarta–feira?
Ser otimista não significa forçar a barra para estar alegre o tempo todo. Afinal, a tristeza tem seu papel. “Quando melancólico, encontramos poderes que não descobrimos se continuássemos contentes, queremos encontrar novas maneiras de ser felizes”.
Em nenhuma época passada tanta gente havia consultado um psicólogo ou psicanalista para falar de sua vida no divã.
Mas será que vale apena gastar tempo e dinheiro...

Contando nossa intimidade a uma pessoa que mal conhecemos?
As pessoas estão insatisfeitas com o que são ou como estão... Querem se livrar de fobias, manias obsessivas, conseguir dormir direito, ter forças para sair da cama pela manhã, deixar para trás dificuldades sexuais ou simplesmente achar a vida mais interessante. Cada mês aumenta mais o número de pessoas que procuram ajuda terapêutica...

No meio de seus conflitos e questões á o desafio de encontrar alguém que possa ajuda-lo a se encontrar. Vários profissionais, com varias linhas de tratamento, psicólogos, psicanalistas, psiquiatras e filósofos clínicos.

Se antes ir a um terapeuta era coisa de “problemáticos”, hoje falar da experiência parece ser um bom jeito de engatar conversas com amigos no bar, em uma festa, no trabalho e em vários locais...

A palavra vem do grego therapeúein, que carrega significados como assistir e cuidar. Desabafar no ombro de um amigo e conversar com um médico pode até ser terapêutico – mas não é um método que afasta o sofrimento por meio de técnicas apoiadas em fundamentos teórica, as psicoterapias, todas, de um modo ou de outro, baseadas no tratamento pela fala.

Entre quem frequenta um terapeuta e quem está pensando em procurar um, é comum haver dúvidas do tipo: Vale a pena gastar tempo e dinheiro com isso? Não é besteira contar detalhes da intimidade a alguém que mal conhecemos e que não oferece nenhuma garantia de eficácia? Afinal, terapia funciona?

Tomar consciência – É quando o paciente descobre o que faz com a própria vida e tenta vislumbrar o motivo por trás de suas ações. Geralmente a tomada de consciência provoca descobertas revolucionarias sobre si próprio, tais como: “Minha mulher morreu há 3 anos e desde então vivo fingindo que ela está viva” ou “Sou ranzinza e intolerante com as pessoas da mesma forma como ajo comigo mesmo”.
Responsabilizar-se – depois de se dar conta de seus traços de comportamento, vem à hora de tomar para si a responsabilidade pelos problemas e deixar de culpar os outros – os pais, o chefe, a sociedade ou o marido que decidiu ir embora.

Tantas correntes diferentes de psicoterapia impõem uma questão: como saber qual é a mais eficaz ou pelo menos se alguma delas é eficaz? É aqui que entra outra área da ciência que está se interessando pelo que acontece no divã. Pesquisas como neuroimagem funcional, método que fotografa o fluxo sanguíneo no cérebro, estão provando que a terapia baseada na fala causa, sim, efeitos permanentes no nosso sistema de aprendizagem, na memória e no processo de emoções.

Hoje, muitos que procuram um psicanalista quer não só resolver questões de seu passado, mas também, desenvolver-se de tal forma que possam chegar onde sempre sonharam...

Terapia deixou de ser coisa de pessoas que sofrem de desordem mental e passou a ser para todos uma forma de qualidade de vida...
Quando encontrar um terapeuta, escreva como você esta... Depois de alguns meses leia o que escreveu e reescreva como vem o processo de desenvolvimento ao longo deste tempo. Assim você terá o controle para saber o quanto aquela terapia esta ou não fazendo bem a você e qual é hoje sua qualidade de vida ou vida qualificada.

Ronaldo de Mattos - Psicanalista Clínico

em 16/05/2012

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